domingo, 18 de março de 2012

Igreja comunidade de irmãos

"O Concílio Vaticano II redescobriu e definiu Igreja como Povo de Deus em marcha e como Corpo de Cristo. Nesta Igreja, cada batizado deve sentir-se parte integrante e responsável, tendo um lugar e uma missão. Na Igreja Povo de Deus, o lugar central é ocupado pela comunidade, que deve ser a comunhão de todos os batizados, organizados, que escutam e estudam a Palavra de Deus, que celebram a fé e a vida a partir do Mistério Pascal, que praticam a caridade e vivem a comunhão entre si, com toda a Igreja e com Cristo." (Freis Missionários Capuchinhos. Unidos em Cristo. p.56).

sábado, 8 de outubro de 2011

Nosso blog

Amigos e amigas que visitam nosso blog, paz e Bem!

Depois de muitas cobranças, estamos nos organizando para voltar a atualizar nosso blog. Semana que vem, teremos notícias.

Abraços

sábado, 11 de junho de 2011

Dilma e a Fé cristã

Frei Betto


Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária aos princípios do Evangelho e da fé cristã
Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte.Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência.Anos depois, nos encontramos no presídio Tiradentes, em São Paulo. Ex-aluna de colégio religioso, dirigido por freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava de orações e comentários do Evangelho.Nada tinha de “marxista ateia”.Nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar, com violência, os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.Em 2003, deu-se meu terceiro encontro co m Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula. De nossa amizade, posso assegurar que não passa de campanha difamatória -diria, terrorista- acusar Dilma Rousseff de “abortista” ou contrária aos princípios evangélicos.Se um ou outro bispo critica Dilma, há que se lembrar que, por ser bispo, ninguém é dono da verdade.Nem tem o direito de julgar o foro íntimo do próximo.Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica.Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que “a árvore se conhece pelos frutos”, como acentua o Evangelho.É na coerência de suas ações, na ética de procedimentos políticos e na dedicação ao povo brasileiro que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam.Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: se eleito, tomaria as ma nsões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria fazendas e sítios produtivos; implantaria o socialismo por decreto…Passados quase oito anos, o que vemos? Um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.Até o segundo turno, nichos da oposição ao governo Lula haverão de ecoar boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.Certa vez indagaram a Jesus quem haveria de se salvar. Ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem os que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem quem se julga dono da doutrina cristã e se arvora em juiz de seus semelhantes.A resposta de Jesus surpreendeu: “Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; oprimido, e me libertastes…” (Mateus 25, 31-46). Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos vida digna e feliz.Isso o governo Lula tem feito, segundo a opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

sábado, 24 de julho de 2010

Paróquia no Orkut

O Papa João Paulo II sempre desafiou a Igreja a EVANGELIZAR. Neste sentido, no Ano Jubilar de nossa Paróquia, nos fazemos presente também no orkut. Participem conosco e divulguem nossa comunidade: Paróquia N. Sra. das Vitórias: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104593910"

Paróquia no Orkut


Prezados paroquianos e amigos


Precisamos EVANGELIZAR em todos os meios, assim o Papa João Paulo II nos apelava. Neste sentido, estamos agora no orkut. É só pesquisar por: Paróquia N. Sra. das Vitórias, ou então, direto:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104593910

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Bispo Coadjutor para Caxias do Sul

O Papa Bento XVI nomeou Dom Alessandro Ruffinoni, atualmente auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre, como bispo coadjutor da diocese de Caxias do Sul.
Dom Alessandro foi ordenado bispo de Porto Alegre em 17 de março de 2006. Nasceu na Itália, no dia 26 de agosto de 1943. Seu Lema episcopal é: "Na Igreja ninguém é estrangeiro", que reflete o carisma da Congregação a que pertence: Scalabrinianos.

Desejamos que o novo apostolado de Dom Alessandro seja muito abençoado pelo Senhor, o Deus da vida e da acolhida.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Sociedade, o Indivíduo e a Educação que Temos e Queremos

A sistema educacional brasileiro está inserido no contexto do sistema global capitalista que atualmente se encontra em crise.
Para melhor entendermos tal crise e posteriormente tentar respondê-la é necessária a formação de um projeto político-pedagógico, ou melhor, um projeto de uma educação para a emancipação humana.
Para pensarmos em um projeto emancipatório, temos que analisar algumas questões: a sociedade, o indivíduo e a educação que temos e que queremos. De início fizemos um breve histórico da sociedade que temos, em seguida a perspectiva que temos; posteriormente uma reflexão do indivíduo que temos e que queremos e finalmente um apanhado histórico da educação que temos e sua perspectiva.
Analisamos a sociedade que temos a partir de um breve histórico. Na Comunidade Primitiva onde o modo de produção era comunal, tudo era feito em comum, não havia classes sociais; em seguida, os povos da Antigüidade, onde havia duas classes sociais distintas: a classe dos senhores e dos servos, posteriormente a sociedade na Idade Média possuía ainda algumas características da sociedade antiga. O meio dominante de produção era a terra e a forma econômica dominante era a agricultura.
As sociedades pré-modernas não possuíam consciência histórica, eram capazes de reproduzir-se por períodos extremamente longos, o trabalho não constituía uma esfera separada, existia inferioridade social e dependência.
Por fim, a sociedade moderna que contou com uma força destrutiva para seu progresso; foi a invenção das armas de fogo, ou seja, estavam sendo destruídas as formas pré-modernas, elementos fundamentais do capitalismo passaram a existir porque contaram com a economia militar e de armamento.
Para ganhar dinheiro as pessoas passaram a vender sua força de trabalho. Rompidas as relações naturais com base em laços de sangue em que a nobreza e a servidão eram passadas de pai para filho, na modernidade capitalista as relações passam a ser sociais. Inaugura a existência da crítica social: uma imanente ao sistema, e outra categorial. O capitalismo sem limites tinha como objetivo a transformação do dinheiro em dinheiro; o dinheiro é a encarnação do trabalho, ou melhor, o fundamento do sistema capitalista reside na produção do valor, a valorização do dinheiro.
Logo, o capitalismo com limites reduzia o tempo de trabalho ou continuava com o tempo de trabalho como medida de produção; desviava a aplicação do capital; surgia um novo caminho, mercado financeiro; uma grande parte não conseguia mais existir dentro das formas sociais capitalistas. Podemos lembrar que a crise se manifesta nos próprios países núcleo-capitalistas.
A necessidade de fazer um apanhado histórico da sociedade em que vivemos veio demonstrar claramente que chegamos a uma sociedade capitalista em crise, global-terminal-estrutural; tendo como objetivo enfocar elementos teóricos básicos e decisivos para entendermos melhor como podemos elaborar um projeto emancipatório, norteado pelos aspectos apresentados.
Nossa perspectiva em relação à sociedade é estarmos inseridos em uma sociedade mundial que não necessita mais de fronteiras, na qual todas as pessoas possam se deslocar livremente e existir em qualquer lugar o direito de permanência universal.
O homem moderno simplesmente não consegue imaginar uma vida além do trabalho. O homem adaptado ao trabalho, ou seja, a um padrão; está fazendo com que a qualidade específica do trabalho perca-se e torne-se indiferente.
O homem moderno não passa de mercadoria produzindo mercadoria e vendendo sua própria mercadoria. As mulheres tornam-se responsáveis pela sobrevivência em todos os níveis. Os homens tornam-se dependente de uma relação abstrata do sistema.
Como já mencionamos antes, a perspectiva que temos é a constituição de um sujeito como objetivo, capaz de construir uma sociedade igualitária, criativa, diversa, livre e prazerosa no ócio.
Na Comunidade Primitiva, relacionando-se com a terra, com a natureza entre si as pessoas se educavam e educavam as novas gerações; não havia escola. Na Antigüidade, com o aparecimento de uma classe social ociosa, surge uma educação diferenciada, surge a escola. Só tinham acesso à escola as classes sociais ociosas, a maioria que produzia continuava se educando no próprio processo de produção e da vida.
Na Idade Média, a maioria continuava se educando no próprio processo de produzir a sua existência e de seus senhores através das atividades consideradas indignas, a forma escolar da educação é ainda uma forma secundária.
É na sociedade moderna que se forma a idéia de educação para formar cidadãos, escolarização universal, gratuita e leiga, que deve ser estendida a todos; a escola passa a ser a forma predominante da educação.
De acordo com Enguita (1989), era preciso inventar algo melhor e inventou-se e reinventou-se a escola; criaram escolas onde não havia, reformaram-se as existentes e nelas introduziu-se a força toda a população infantil. A instituição e o processo escolar foram reorganizados de forma tal que as salas de aula se converteram no lugar apropriado para se acostumar às relações sociais do processo de produção capitalista, no espaço institucional adequado para preparar as crianças e os jovens para o trabalho.
O que queremos é a emancipação da educação como princípio educativo e a formação de um sujeito da emancipação como objetivo. Este trabalho foi realizado tendo por base uma fundamentação histórica da sociedade em que vivemos, para então, em particular analisarmos a situação atual de nossa educação que hoje está inserida em uma sociedade em crise.
A superação dessa sociedade visa a formulação de um projeto emancipatório que pretende construir uma nova sociedade que vá além do valor, do dinheiro, da mercadoria, do trabalho, do Estado e da política.
Por Rodiney Marcelo Braga dos SantosColunista Brasil EscolaEspecialista em Gestão Escolar (UECE). E-mail: professormarcelobrga@oi.com.br

http://www.brasilescola.com/sociologia/a-sociedade-individuo-educacao-que-temos-queremos.htm - acesso em 06/01/2010

A Sociedade, o Indivíduo e a Educação que Temos e Queremos

A sistema educacional brasileiro está inserido no contexto do sistema global capitalista que atualmente se encontra em crise.
Para melhor entendermos tal crise e posteriormente tentar respondê-la é necessária a formação de um projeto político-pedagógico, ou melhor, um projeto de uma educação para a emancipação humana.
Para pensarmos em um projeto emancipatório, temos que analisar algumas questões: a sociedade, o indivíduo e a educação que temos e que queremos. De início fizemos um breve histórico da sociedade que temos, em seguida a perspectiva que temos; posteriormente uma reflexão do indivíduo que temos e que queremos e finalmente um apanhado histórico da educação que temos e sua perspectiva.
Analisamos a sociedade que temos a partir de um breve histórico. Na Comunidade Primitiva onde o modo de produção era comunal, tudo era feito em comum, não havia classes sociais; em seguida, os povos da Antigüidade, onde havia duas classes sociais distintas: a classe dos senhores e dos servos, posteriormente a sociedade na Idade Média possuía ainda algumas características da sociedade antiga. O meio dominante de produção era a terra e a forma econômica dominante era a agricultura.
As sociedades pré-modernas não possuíam consciência histórica, eram capazes de reproduzir-se por períodos extremamente longos, o trabalho não constituía uma esfera separada, existia inferioridade social e dependência.
Por fim, a sociedade moderna que contou com uma força destrutiva para seu progresso; foi a invenção das armas de fogo, ou seja, estavam sendo destruídas as formas pré-modernas, elementos fundamentais do capitalismo passaram a existir porque contaram com a economia militar e de armamento.
Para ganhar dinheiro as pessoas passaram a vender sua força de trabalho. Rompidas as relações naturais com base em laços de sangue em que a nobreza e a servidão eram passadas de pai para filho, na modernidade capitalista as relações passam a ser sociais. Inaugura a existência da crítica social: uma imanente ao sistema, e outra categorial. O capitalismo sem limites tinha como objetivo a transformação do dinheiro em dinheiro; o dinheiro é a encarnação do trabalho, ou melhor, o fundamento do sistema capitalista reside na produção do valor, a valorização do dinheiro.
Logo, o capitalismo com limites reduzia o tempo de trabalho ou continuava com o tempo de trabalho como medida de produção; desviava a aplicação do capital; surgia um novo caminho, mercado financeiro; uma grande parte não conseguia mais existir dentro das formas sociais capitalistas. Podemos lembrar que a crise se manifesta nos próprios países núcleo-capitalistas.
A necessidade de fazer um apanhado histórico da sociedade em que vivemos veio demonstrar claramente que chegamos a uma sociedade capitalista em crise, global-terminal-estrutural; tendo como objetivo enfocar elementos teóricos básicos e decisivos para entendermos melhor como podemos elaborar um projeto emancipatório, norteado pelos aspectos apresentados.
Nossa perspectiva em relação à sociedade é estarmos inseridos em uma sociedade mundial que não necessita mais de fronteiras, na qual todas as pessoas possam se deslocar livremente e existir em qualquer lugar o direito de permanência universal.
O homem moderno simplesmente não consegue imaginar uma vida além do trabalho. O homem adaptado ao trabalho, ou seja, a um padrão; está fazendo com que a qualidade específica do trabalho perca-se e torne-se indiferente.
O homem moderno não passa de mercadoria produzindo mercadoria e vendendo sua própria mercadoria. As mulheres tornam-se responsáveis pela sobrevivência em todos os níveis. Os homens tornam-se dependente de uma relação abstrata do sistema.
Como já mencionamos antes, a perspectiva que temos é a constituição de um sujeito como objetivo, capaz de construir uma sociedade igualitária, criativa, diversa, livre e prazerosa no ócio.
Na Comunidade Primitiva, relacionando-se com a terra, com a natureza entre si as pessoas se educavam e educavam as novas gerações; não havia escola. Na Antigüidade, com o aparecimento de uma classe social ociosa, surge uma educação diferenciada, surge a escola. Só tinham acesso à escola as classes sociais ociosas, a maioria que produzia continuava se educando no próprio processo de produção e da vida.
Na Idade Média, a maioria continuava se educando no próprio processo de produzir a sua existência e de seus senhores através das atividades consideradas indignas, a forma escolar da educação é ainda uma forma secundária.
É na sociedade moderna que se forma a idéia de educação para formar cidadãos, escolarização universal, gratuita e leiga, que deve ser estendida a todos; a escola passa a ser a forma predominante da educação.
De acordo com Enguita (1989), era preciso inventar algo melhor e inventou-se e reinventou-se a escola; criaram escolas onde não havia, reformaram-se as existentes e nelas introduziu-se a força toda a população infantil. A instituição e o processo escolar foram reorganizados de forma tal que as salas de aula se converteram no lugar apropriado para se acostumar às relações sociais do processo de produção capitalista, no espaço institucional adequado para preparar as crianças e os jovens para o trabalho.
O que queremos é a emancipação da educação como princípio educativo e a formação de um sujeito da emancipação como objetivo. Este trabalho foi realizado tendo por base uma fundamentação histórica da sociedade em que vivemos, para então, em particular analisarmos a situação atual de nossa educação que hoje está inserida em uma sociedade em crise.
A superação dessa sociedade visa a formulação de um projeto emancipatório que pretende construir uma nova sociedade que vá além do valor, do dinheiro, da mercadoria, do trabalho, do Estado e da política.
Por Rodiney Marcelo Braga dos SantosColunista Brasil EscolaEspecialista em Gestão Escolar (UECE). E-mail: professormarcelobrga@oi.com.br

http://www.brasilescola.com/sociologia/a-sociedade-individuo-educacao-que-temos-queremos.htm - acesso em 06/01/2010

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Morre o bispo emérito de Uberlândia, dom Estêvão Cardoso de Avelar

Faleceu na madrugada de hoje, 3, o bispo emérito de Uberlândia (MG), dom Estêvão Cardoso de Avelar. Seu corpo está sendo velado na catedral Santa Teresinha, no centro de Uberlândia. Missas são celebradas a cada duas horas. A última será às 20h, seguida de sepultamento do corpo na cripta da catedral.
“Dom Estêvão era um homem muito vivaz, empenhado na evangelização, na luta pela justiça e nas causas sociais em espírito de profunda fé”, disse o bispo diocesano de Uberlândia, dom Paulo Francisco Machado.
Dom Estêvão fez 92 anos no dia 4 de novembro. Nascido na cidade mineira de Três Corações, foi ordenado padre em 6 de outubro de 1946, tendo feito seus estudos de filosofia no seminário de Mariana e de teologia na Ordem Dominicana, finalizados na França.
Ordenado bispo em 26 de setembro de 1971, dom Estêvão foi bispo prelado de Marabá e de Conceição do Araguaia, no estado do Pará. Em 1978 foi transferido para a diocese de Uberlândia até se tornar emérito em 1992. Foi também vice-presidente do Regional Leste 2 da CNBB (Minas Gerais e Espírito Santo). Seu lema era "Amou-os até o fim".
Antes de bispo, dom Estêvão foi mestre de noviços; prior do Convento de Belo Horizonte (MG); prior do Convento do Rio de Janeiro (RJ); mestre de Estudantes do Convento de São Paulo (SP).
“Dom Estêvão era um grande pregador. Foi ele quem imprimiu a marca da diocese de Uberlândia”, disse dom Paulo. Mesmo com a saúde debilitada, dom Estêvão fez questão de participar, no ano passado, da posse de dom Paulo em Uberlândia. “Ele saiu da celebração aplaudido pela multidão, o que demonstra como era querido pelo povo”, completou dom Paulo.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2674 - acesso em 03/12/2009
Nesta segunda-feira, dia 30 de novembro, os bispos do Regional Sul 3 e 4 da CNBB (respectivamente Rio Grande do Sul e Santa Catarina) celebraram a Eucaristia no altar junto ao túmulo de São Pedro. Dom José Mário Stroeher, bispo do Rio Grande do Sul, foi o presidente da celebração, conclamando os bispos a buscarem a unidade e comunhão. Após a celebração, os bispos foram ao túmulo de João Paulo II para um momento de oração e cantaram: “A bênção João de Deus, nosso povo de abraça”. A seguir houve uma visita ao Conselho Pontifício “Cor Unum”, que cuida da Caridade.
Também, na mesma manhã começaram as audiências com o Papa. Foram recebidos pelo pontífice, o arcebispo de Porto Alegre, dom Dadeus Grings e seus auxiliares. Dom Dadeus falou ao Papa do centenário da arquidiocese e do Mutirão de Comunicação, entre outras coisas. Logo em seguida foi recebido um grupo de bispos das dioceses gaúchas.
No próximo sábado, dia 05, os bispos dos dois regionais serão recebidos em audiência coletiva, quando o papa dará a sua mensagem aos bispos dos Regionais.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2652 - acesso em 03/12/2009

NOTA: Dom Hélio, bispo de Santa Maria, na foto, bem na frente.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Igreja no Brasil perde mais um padre: agora são 5 assassinados em menos 5 meses

Padre Hidalberto Henrique Guimarães, 48 anos, é o quinto sacerdote assassinado no Brasil a pouco menos de cinco meses. Ele era pároco da igreja matriz de Nossa Senhora das Graças, no município de Murici, na periferia de Maceió (AL). De acordo com a nota enviada pela arquidiocese de Maceió à assessoria de imprensa da CNBB, o padre Hidalberto ordenou-se na Igreja de São José, no bairro Trapiche, em Maceió, no dia 14 de dezembro de 1992.
“Formado recentemente em jornalismo, o sacerdote era muito querido pelos paroquianos que não conseguem encontrar explicações para o ocorrido”, diz a nota. “A arquidiocese de Maceió encontra-se unida em oração pela solução deste caso e permanece, aguardando a conclusão do inquérito”, completa.
O corpo do sacerdote só foi encontrado no sábado, dois dias após seu sumiço. Hidalberto estava desaparecido desde a quinta-feira,5. Naquele dia ocorreu uma reunião do Clero. Depois disso, ele não foi mais visto. No sábado, o sacerdote tinha uma missa marcada para na cidade de Branquinha, mas como não compareceu, um afilhado do padre o procurou em sua casa. Ao entrar, ele se deparou com o corpo ensangüentado no chão da cozinha com muitas perfurações concentradas nas regiões abdominal, torácica, na cabeça, coxa e braços.
Segundo informações da polícia, padre Hidalberto sofreu golpes de pauladas e foi esfaqueado. Na residência dele não há vestígios de arrombamento, nem de fuga pelo quintal. A polícia não conseguiu identificar os reais motivos do crime até o momento. Os assassinos tentaram ainda decapitar o padre.
O arcebispo de Maceió e presidente do Regional Nordeste 2 da CNBB ( Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte), dom Antônio Muniz, afirmou à imprensa, que “não somente o clero, mas toda a sociedade alagoana está perplexa”.
O delegado-geral da Polícia Civil do estado, Marcílio Barenco, afirmou ter identificado várias pegadas na parte interna da casa, o que levantou a suspeita da participação de mais de uma pessoa no crime. Segundo o delegado José Edson, pelas primeiras avaliações, os criminosos lavaram as mãos antes de deixar a casa do padre.
O velório aconteceu durante todo o domingo 8, na Matriz de Murici, sede da paróquia, que fica a 54 quilômetros de Maceió, onde o padre pastoreava e na manhã de hoje, 9, aconteceu a missa de corpo presente e logo em seguida o sepultamento.
A violência continua
O padre espanhol, Ramiro Ludeño, 64, foi assassinado no dia 19 de março, em Recife (PE), dentro do seu próprio carro, com tiros de espingarda caseira, calibre 12. O crime foi cometido por um jovem de 15 anos numa tentativa de assalto. Até hoje os motivos do crime não foram identificados. O jovem era dependente de cocaína e maconha. Padre Ramiro morava há 34 anos no Brasil e se destacou pela atuação no Movimento de Apoio aos Meninos de Rua (Mamer), organização que trabalha com adolescentes no bairro de Socorro, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana de Recife.
Neste ano, Igreja Católica no Brasil perdeu quatro sacerdotes vítimas de assassinato. O primeiro deles foi o assessor nacional do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Gisley Gomes Azevedo, 31, assassinado por um grupo de jovens na noite do dia 15 de junho, em Brazlândia, cidade satélite de Brasília.
Em Manaus (AM), o padre italiano Ruggero Ruvoletto, 52, foi assassinado no dia 19 de setembro, com um tiro na cabeça. Ele foi encontrado no seu quarto, depois que outros padres que moravam com ele ouviram o disparo, pela manhã, por volta das 7h.
No dia 26 do mesmo mês, por volta das 23h, o padre Evaldo Martiol, 33 anos, pertencente à diocese de Caçador (SC) foi assassinado por um jovem de 21 anos e um adolescente de 15. Ambos, tio e sobrinho, respectivamente. O sacerdote foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2518 - acesso em 12/11/2009

Morre o bispo emérito da Prelazia de Borba, dom José Afonso Ribeiro

Faleceu hoje às 6h15 da manhã, em Canoas (RS), vítima de infarto, o bispo prelado emérito de Borba (AM), dom José Afonso Ribeiro. De acordo com o pároco da basílica de Santo Antônio em Borba, frei Manoel José Lopes, o bispo estava no município comemorando seu aniversário de 80 anos, com amigos. No início de outubro ele foi para sua terra natal, Poconé (MT), onde permaneceu com a família até o dia de seu aniversário, 29 de outubro. Logo após, foi para o sul.
O frei afirmou ainda que o bispo não sofria nenhum problema de saúde.O corpo de dom Afonso segue para Manaus amanhã, 11. À tarde chegará a Borba, onde acontecerá o velório. Ainda não há data para o sepultamento, mas frei Manoel antecipou que pode ocorrer na quinta-feira ou sexta-feira.
Dom Frei José Afonso Ribeiro nasceu em Poconé (MT) em 1929. O religioso pertencia à Ordem Terceira Regular de São Francisco e foi ordenado bispo em 5 de maio de 1979. O bispo prestou relevantes serviços à Santa Igreja em diversas funções, até ser designado à prelazia de Borba, em 1988, onde permaneceu até 2006, quando se tornou emérito e foi sucedido por dom Elói Roggia.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ROMARIA DA MEDIANEIRA


No próximo dia 08/11, Santa Maria/RS sedia mais uma edição da Romaria Estadual ao Santuário Basílica-Menor de Nossa Senhora Medianeira. No ano de 2008, quase 300.000 romeiros participaram.

Este ano, a festa será ainda mais brilhante se você vier.


Desde já, BOAS VINDAS. A MÃE te acolhe.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Falecimento de nosso Fundador, Mons. Enrique Sálman

"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (Jo 11, 25)

Prezados colegas e amigos, Paz e Bem!

Com o coração humano repleto de dor, mas alimentado na esperança da ressurreição, recebemos o comunicado do falecimento do Fundador dos Movimentos de Educadores Cristãos, o sacerdote chileno Monsenhor Enrique Sálman, ocorrido hoje, em Santiago, no Chile, onde estava hospitalizado.

Nossas colegas Leda Tasqueto e Marilene Coelho viajaram para acompanhar o estado de saúde do monsenhor, mas infelizmente acompanharão as exéquias.

Monsenhor Sálman era um educador nato. Durante o tempo que trabalhou no CELAM, sentiu a necessidade de organizar os educadores para a experiência da vida comunitária, donde nasceu o Movimento Brasileiro de Educadores Cristãos - MOBREC. Em contato com o saudoso Dom Ivo, organizou-se esta experiência no Brasil.

Sabemos que quem está com Deus não morre, mas passa a gozar da vida eterna. Monsenhor Sálman é mais um intercessor dos educadores no céu.

Thiago Alves Torres
Núcleo de Santa Maria

Falleció el Padre Enrique Salman Sajuria

A los 89 años, el martes 27 de octubre falleció el Padre Enrique Salman Sajuria, fundador y asesor del Apostolado Ambiental Comunidad de Educadores Cristianos, CEC. El Padre Enrique Salman fundó la comunidad en 1961. Su fin fue acompañar a los profesores en su vocación para hacerla más fecunda a la luz del Evangelio de Jesucristo. Durante todos estos años el Padre Salman ha difundido la Comunidad de Educadores Cristianos en distintos diócesis de Chile y también en algunos países latinoamericanos como Brasil, Paraguay, Colombia y Argentina. Su cuerpo está siendo velado en la parroquia San José Patrono de la Iglesia, ubicada en Onofre Jarpa 9433 La Reina (esquina de Carlos Silva Vildósola). El martes 27 de octubre se oficiará una Misa por su eterno descanso a las 16:00 horas. Sus funerales serán el jueves 29 de octubre a las 10:00 horas en la misma parroquia.

http://www.iglesiadesantiago.cl/ - acesso em 28/10/2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Morre Dom Cheuiche


Faleceu às 4h30min desta quarta-feira, no Hospital de Ivoti/RS, o bispo auxiliar de Porto Alegre, Dom Antônio do Carmo Cheuiche. No dia 9 de abril deste ano recolheu-se para tratamento de saúde no Hospital Mãe de Deus. No dia 02 de julho, foi transferido para a Casa de Repouso, anexa ao Hospital São José de Ivoti.
Ele nasceu em Caçapava/RS, no dia 13 de junho de 1927. Foi ordenado sacerdote no dia 10 de março de 1951, na Ordem dos Padres Carmelitas. Teve uma formação acadêmica profunda com qualificação em Teologia em Burgos(Espanha), jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre, Filosofia e Letras pela Universidade Complutense de Madri e cursos de extensão nas universidades de Viena, Freiburg e Breisgau. Atuou muitos anos no magistério, tornando-se professor emérito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde foi professor de Filosofia da Arte, e da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Trabalhou também como professor de psicologia e Arte Sacra na Faculdade de Filosofia Imaculada Conceição de Viamão.
Dom Antônio foi eleito bispo auxiliar de Santa Maria no dia 2 de abril de 1969. No dia 5 de maio de 1971, foi nomeado bispo auxiliar de Porto Alegre.
Em razão de sua ligação com o mundo da cultura, foi membro da Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja, do Pontifício Conselho de Leigos, da Pontifícia Comissão de Justiça e Paz e do Pontifício Conselho para os Não Crentes, todos organismos do Vaticano. Durante 25 anos, foi membro do Conselho Episcopal Latino-Americano(CELAM), presidindo o Departamento de Leigos, o Departamento de Não Crentes e fundando o Departamento de Cultura. Foi autor de várias obras com destaque para "Al arte por el Dolor" e Evangelización y Cultura", além de vários ensaios sobre cultura, cristianismo, inculturação e pastoral urbana.
Durante 18 anos dirigiu o Centro de Pastoral da Arquidiocese de Porto Alegre, dinamizando a ação da Igreja, após o Concílio Vaticano II. No ano de 1975, junto com a Cáritas Arquidiocesana criou a Campanha Ação Natal, que foi assumida posteriormente por toda a Igreja no Brasil. Hoje, conhecida como Campanha de Evangelização. No mesmo período, criou a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas(ADCE) para atuar na evangelização do mundo empresarial. Nos últimos anos de seu episcopado, dedicou-se à pastoral com segmentos especializados da sociedade gaúcha como advogados, operários, professores e médicos, instituindo também o Movimento Parlamentar Católico.
ATOS FÚNEBRES - O velório de Dom Antonio será realizado na Catedral Metropolitana de Porto Alegre. A Missa de Exéquias, presidida pelo arcebispo Dom Dadeus Grings, será nesta quinta-feira (15 de outubro), às 9h,seguida do sepultamento.

Assessoria de Imprensa
Elton Bozzetto - RP 10417
Fone(51) 9666 5592

Morre bispo emérito de Porto Alegre

Faleceu na madrugada de hoje, 14, aos 82 anos, de embolia pulmonar, o bispo emérito de Porto Alegre, dom Antônio do Carmo Cheuiche.
O bispo estava internado desde junho no hospital São José, na cidade gaúcha de Ivoti, após sofrer um infarto.
O corpo deve chegar por volta das 12h a Porto Alegre e segue direto para a Catedral da cidade. Uma missa de corpo presente está marcada para amanhã, às 9h, na Catedral Mãe de Deus, em Porto Alegre.
Dom Antônio do Carmo cursou Filosofia, Letras e Teologia na Espanha, e Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre (PUC-RS). Foi membro da Comissão Teológica do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e conselheiro do Instituto Teológico Pastoral para América Latina (Itepal). Foi bispo auxiliar de Santa Maria (RS), de 1969 a 1971; membro da Pontifícia Comissão para os Bens Culturais da Igreja, em 1997 e bispo auxiliar de Porto Alegre, de 1971 a 2001.
Dom Antônio Cheuiche organizou também a visita do papa João Paulo II a Porto Alegre , em 1981, e fundou na capital gaúcha o Movimento em Defesa da Vida.

domingo, 13 de setembro de 2009