sábado, 24 de julho de 2010

Paróquia no Orkut

O Papa João Paulo II sempre desafiou a Igreja a EVANGELIZAR. Neste sentido, no Ano Jubilar de nossa Paróquia, nos fazemos presente também no orkut. Participem conosco e divulguem nossa comunidade: Paróquia N. Sra. das Vitórias: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104593910"

Paróquia no Orkut


Prezados paroquianos e amigos


Precisamos EVANGELIZAR em todos os meios, assim o Papa João Paulo II nos apelava. Neste sentido, estamos agora no orkut. É só pesquisar por: Paróquia N. Sra. das Vitórias, ou então, direto:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=104593910

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Bispo Coadjutor para Caxias do Sul

O Papa Bento XVI nomeou Dom Alessandro Ruffinoni, atualmente auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre, como bispo coadjutor da diocese de Caxias do Sul.
Dom Alessandro foi ordenado bispo de Porto Alegre em 17 de março de 2006. Nasceu na Itália, no dia 26 de agosto de 1943. Seu Lema episcopal é: "Na Igreja ninguém é estrangeiro", que reflete o carisma da Congregação a que pertence: Scalabrinianos.

Desejamos que o novo apostolado de Dom Alessandro seja muito abençoado pelo Senhor, o Deus da vida e da acolhida.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Sociedade, o Indivíduo e a Educação que Temos e Queremos

A sistema educacional brasileiro está inserido no contexto do sistema global capitalista que atualmente se encontra em crise.
Para melhor entendermos tal crise e posteriormente tentar respondê-la é necessária a formação de um projeto político-pedagógico, ou melhor, um projeto de uma educação para a emancipação humana.
Para pensarmos em um projeto emancipatório, temos que analisar algumas questões: a sociedade, o indivíduo e a educação que temos e que queremos. De início fizemos um breve histórico da sociedade que temos, em seguida a perspectiva que temos; posteriormente uma reflexão do indivíduo que temos e que queremos e finalmente um apanhado histórico da educação que temos e sua perspectiva.
Analisamos a sociedade que temos a partir de um breve histórico. Na Comunidade Primitiva onde o modo de produção era comunal, tudo era feito em comum, não havia classes sociais; em seguida, os povos da Antigüidade, onde havia duas classes sociais distintas: a classe dos senhores e dos servos, posteriormente a sociedade na Idade Média possuía ainda algumas características da sociedade antiga. O meio dominante de produção era a terra e a forma econômica dominante era a agricultura.
As sociedades pré-modernas não possuíam consciência histórica, eram capazes de reproduzir-se por períodos extremamente longos, o trabalho não constituía uma esfera separada, existia inferioridade social e dependência.
Por fim, a sociedade moderna que contou com uma força destrutiva para seu progresso; foi a invenção das armas de fogo, ou seja, estavam sendo destruídas as formas pré-modernas, elementos fundamentais do capitalismo passaram a existir porque contaram com a economia militar e de armamento.
Para ganhar dinheiro as pessoas passaram a vender sua força de trabalho. Rompidas as relações naturais com base em laços de sangue em que a nobreza e a servidão eram passadas de pai para filho, na modernidade capitalista as relações passam a ser sociais. Inaugura a existência da crítica social: uma imanente ao sistema, e outra categorial. O capitalismo sem limites tinha como objetivo a transformação do dinheiro em dinheiro; o dinheiro é a encarnação do trabalho, ou melhor, o fundamento do sistema capitalista reside na produção do valor, a valorização do dinheiro.
Logo, o capitalismo com limites reduzia o tempo de trabalho ou continuava com o tempo de trabalho como medida de produção; desviava a aplicação do capital; surgia um novo caminho, mercado financeiro; uma grande parte não conseguia mais existir dentro das formas sociais capitalistas. Podemos lembrar que a crise se manifesta nos próprios países núcleo-capitalistas.
A necessidade de fazer um apanhado histórico da sociedade em que vivemos veio demonstrar claramente que chegamos a uma sociedade capitalista em crise, global-terminal-estrutural; tendo como objetivo enfocar elementos teóricos básicos e decisivos para entendermos melhor como podemos elaborar um projeto emancipatório, norteado pelos aspectos apresentados.
Nossa perspectiva em relação à sociedade é estarmos inseridos em uma sociedade mundial que não necessita mais de fronteiras, na qual todas as pessoas possam se deslocar livremente e existir em qualquer lugar o direito de permanência universal.
O homem moderno simplesmente não consegue imaginar uma vida além do trabalho. O homem adaptado ao trabalho, ou seja, a um padrão; está fazendo com que a qualidade específica do trabalho perca-se e torne-se indiferente.
O homem moderno não passa de mercadoria produzindo mercadoria e vendendo sua própria mercadoria. As mulheres tornam-se responsáveis pela sobrevivência em todos os níveis. Os homens tornam-se dependente de uma relação abstrata do sistema.
Como já mencionamos antes, a perspectiva que temos é a constituição de um sujeito como objetivo, capaz de construir uma sociedade igualitária, criativa, diversa, livre e prazerosa no ócio.
Na Comunidade Primitiva, relacionando-se com a terra, com a natureza entre si as pessoas se educavam e educavam as novas gerações; não havia escola. Na Antigüidade, com o aparecimento de uma classe social ociosa, surge uma educação diferenciada, surge a escola. Só tinham acesso à escola as classes sociais ociosas, a maioria que produzia continuava se educando no próprio processo de produção e da vida.
Na Idade Média, a maioria continuava se educando no próprio processo de produzir a sua existência e de seus senhores através das atividades consideradas indignas, a forma escolar da educação é ainda uma forma secundária.
É na sociedade moderna que se forma a idéia de educação para formar cidadãos, escolarização universal, gratuita e leiga, que deve ser estendida a todos; a escola passa a ser a forma predominante da educação.
De acordo com Enguita (1989), era preciso inventar algo melhor e inventou-se e reinventou-se a escola; criaram escolas onde não havia, reformaram-se as existentes e nelas introduziu-se a força toda a população infantil. A instituição e o processo escolar foram reorganizados de forma tal que as salas de aula se converteram no lugar apropriado para se acostumar às relações sociais do processo de produção capitalista, no espaço institucional adequado para preparar as crianças e os jovens para o trabalho.
O que queremos é a emancipação da educação como princípio educativo e a formação de um sujeito da emancipação como objetivo. Este trabalho foi realizado tendo por base uma fundamentação histórica da sociedade em que vivemos, para então, em particular analisarmos a situação atual de nossa educação que hoje está inserida em uma sociedade em crise.
A superação dessa sociedade visa a formulação de um projeto emancipatório que pretende construir uma nova sociedade que vá além do valor, do dinheiro, da mercadoria, do trabalho, do Estado e da política.
Por Rodiney Marcelo Braga dos SantosColunista Brasil EscolaEspecialista em Gestão Escolar (UECE). E-mail: professormarcelobrga@oi.com.br

http://www.brasilescola.com/sociologia/a-sociedade-individuo-educacao-que-temos-queremos.htm - acesso em 06/01/2010

A Sociedade, o Indivíduo e a Educação que Temos e Queremos

A sistema educacional brasileiro está inserido no contexto do sistema global capitalista que atualmente se encontra em crise.
Para melhor entendermos tal crise e posteriormente tentar respondê-la é necessária a formação de um projeto político-pedagógico, ou melhor, um projeto de uma educação para a emancipação humana.
Para pensarmos em um projeto emancipatório, temos que analisar algumas questões: a sociedade, o indivíduo e a educação que temos e que queremos. De início fizemos um breve histórico da sociedade que temos, em seguida a perspectiva que temos; posteriormente uma reflexão do indivíduo que temos e que queremos e finalmente um apanhado histórico da educação que temos e sua perspectiva.
Analisamos a sociedade que temos a partir de um breve histórico. Na Comunidade Primitiva onde o modo de produção era comunal, tudo era feito em comum, não havia classes sociais; em seguida, os povos da Antigüidade, onde havia duas classes sociais distintas: a classe dos senhores e dos servos, posteriormente a sociedade na Idade Média possuía ainda algumas características da sociedade antiga. O meio dominante de produção era a terra e a forma econômica dominante era a agricultura.
As sociedades pré-modernas não possuíam consciência histórica, eram capazes de reproduzir-se por períodos extremamente longos, o trabalho não constituía uma esfera separada, existia inferioridade social e dependência.
Por fim, a sociedade moderna que contou com uma força destrutiva para seu progresso; foi a invenção das armas de fogo, ou seja, estavam sendo destruídas as formas pré-modernas, elementos fundamentais do capitalismo passaram a existir porque contaram com a economia militar e de armamento.
Para ganhar dinheiro as pessoas passaram a vender sua força de trabalho. Rompidas as relações naturais com base em laços de sangue em que a nobreza e a servidão eram passadas de pai para filho, na modernidade capitalista as relações passam a ser sociais. Inaugura a existência da crítica social: uma imanente ao sistema, e outra categorial. O capitalismo sem limites tinha como objetivo a transformação do dinheiro em dinheiro; o dinheiro é a encarnação do trabalho, ou melhor, o fundamento do sistema capitalista reside na produção do valor, a valorização do dinheiro.
Logo, o capitalismo com limites reduzia o tempo de trabalho ou continuava com o tempo de trabalho como medida de produção; desviava a aplicação do capital; surgia um novo caminho, mercado financeiro; uma grande parte não conseguia mais existir dentro das formas sociais capitalistas. Podemos lembrar que a crise se manifesta nos próprios países núcleo-capitalistas.
A necessidade de fazer um apanhado histórico da sociedade em que vivemos veio demonstrar claramente que chegamos a uma sociedade capitalista em crise, global-terminal-estrutural; tendo como objetivo enfocar elementos teóricos básicos e decisivos para entendermos melhor como podemos elaborar um projeto emancipatório, norteado pelos aspectos apresentados.
Nossa perspectiva em relação à sociedade é estarmos inseridos em uma sociedade mundial que não necessita mais de fronteiras, na qual todas as pessoas possam se deslocar livremente e existir em qualquer lugar o direito de permanência universal.
O homem moderno simplesmente não consegue imaginar uma vida além do trabalho. O homem adaptado ao trabalho, ou seja, a um padrão; está fazendo com que a qualidade específica do trabalho perca-se e torne-se indiferente.
O homem moderno não passa de mercadoria produzindo mercadoria e vendendo sua própria mercadoria. As mulheres tornam-se responsáveis pela sobrevivência em todos os níveis. Os homens tornam-se dependente de uma relação abstrata do sistema.
Como já mencionamos antes, a perspectiva que temos é a constituição de um sujeito como objetivo, capaz de construir uma sociedade igualitária, criativa, diversa, livre e prazerosa no ócio.
Na Comunidade Primitiva, relacionando-se com a terra, com a natureza entre si as pessoas se educavam e educavam as novas gerações; não havia escola. Na Antigüidade, com o aparecimento de uma classe social ociosa, surge uma educação diferenciada, surge a escola. Só tinham acesso à escola as classes sociais ociosas, a maioria que produzia continuava se educando no próprio processo de produção e da vida.
Na Idade Média, a maioria continuava se educando no próprio processo de produzir a sua existência e de seus senhores através das atividades consideradas indignas, a forma escolar da educação é ainda uma forma secundária.
É na sociedade moderna que se forma a idéia de educação para formar cidadãos, escolarização universal, gratuita e leiga, que deve ser estendida a todos; a escola passa a ser a forma predominante da educação.
De acordo com Enguita (1989), era preciso inventar algo melhor e inventou-se e reinventou-se a escola; criaram escolas onde não havia, reformaram-se as existentes e nelas introduziu-se a força toda a população infantil. A instituição e o processo escolar foram reorganizados de forma tal que as salas de aula se converteram no lugar apropriado para se acostumar às relações sociais do processo de produção capitalista, no espaço institucional adequado para preparar as crianças e os jovens para o trabalho.
O que queremos é a emancipação da educação como princípio educativo e a formação de um sujeito da emancipação como objetivo. Este trabalho foi realizado tendo por base uma fundamentação histórica da sociedade em que vivemos, para então, em particular analisarmos a situação atual de nossa educação que hoje está inserida em uma sociedade em crise.
A superação dessa sociedade visa a formulação de um projeto emancipatório que pretende construir uma nova sociedade que vá além do valor, do dinheiro, da mercadoria, do trabalho, do Estado e da política.
Por Rodiney Marcelo Braga dos SantosColunista Brasil EscolaEspecialista em Gestão Escolar (UECE). E-mail: professormarcelobrga@oi.com.br

http://www.brasilescola.com/sociologia/a-sociedade-individuo-educacao-que-temos-queremos.htm - acesso em 06/01/2010

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Morre o bispo emérito de Uberlândia, dom Estêvão Cardoso de Avelar

Faleceu na madrugada de hoje, 3, o bispo emérito de Uberlândia (MG), dom Estêvão Cardoso de Avelar. Seu corpo está sendo velado na catedral Santa Teresinha, no centro de Uberlândia. Missas são celebradas a cada duas horas. A última será às 20h, seguida de sepultamento do corpo na cripta da catedral.
“Dom Estêvão era um homem muito vivaz, empenhado na evangelização, na luta pela justiça e nas causas sociais em espírito de profunda fé”, disse o bispo diocesano de Uberlândia, dom Paulo Francisco Machado.
Dom Estêvão fez 92 anos no dia 4 de novembro. Nascido na cidade mineira de Três Corações, foi ordenado padre em 6 de outubro de 1946, tendo feito seus estudos de filosofia no seminário de Mariana e de teologia na Ordem Dominicana, finalizados na França.
Ordenado bispo em 26 de setembro de 1971, dom Estêvão foi bispo prelado de Marabá e de Conceição do Araguaia, no estado do Pará. Em 1978 foi transferido para a diocese de Uberlândia até se tornar emérito em 1992. Foi também vice-presidente do Regional Leste 2 da CNBB (Minas Gerais e Espírito Santo). Seu lema era "Amou-os até o fim".
Antes de bispo, dom Estêvão foi mestre de noviços; prior do Convento de Belo Horizonte (MG); prior do Convento do Rio de Janeiro (RJ); mestre de Estudantes do Convento de São Paulo (SP).
“Dom Estêvão era um grande pregador. Foi ele quem imprimiu a marca da diocese de Uberlândia”, disse dom Paulo. Mesmo com a saúde debilitada, dom Estêvão fez questão de participar, no ano passado, da posse de dom Paulo em Uberlândia. “Ele saiu da celebração aplaudido pela multidão, o que demonstra como era querido pelo povo”, completou dom Paulo.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2674 - acesso em 03/12/2009
Nesta segunda-feira, dia 30 de novembro, os bispos do Regional Sul 3 e 4 da CNBB (respectivamente Rio Grande do Sul e Santa Catarina) celebraram a Eucaristia no altar junto ao túmulo de São Pedro. Dom José Mário Stroeher, bispo do Rio Grande do Sul, foi o presidente da celebração, conclamando os bispos a buscarem a unidade e comunhão. Após a celebração, os bispos foram ao túmulo de João Paulo II para um momento de oração e cantaram: “A bênção João de Deus, nosso povo de abraça”. A seguir houve uma visita ao Conselho Pontifício “Cor Unum”, que cuida da Caridade.
Também, na mesma manhã começaram as audiências com o Papa. Foram recebidos pelo pontífice, o arcebispo de Porto Alegre, dom Dadeus Grings e seus auxiliares. Dom Dadeus falou ao Papa do centenário da arquidiocese e do Mutirão de Comunicação, entre outras coisas. Logo em seguida foi recebido um grupo de bispos das dioceses gaúchas.
No próximo sábado, dia 05, os bispos dos dois regionais serão recebidos em audiência coletiva, quando o papa dará a sua mensagem aos bispos dos Regionais.

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/news/article.php?storyid=2652 - acesso em 03/12/2009

NOTA: Dom Hélio, bispo de Santa Maria, na foto, bem na frente.