quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Nota de Falecimento


Faleceu hoje, às 8h30, o bispo emérito de Uruguaiana (RS), dom Augusto Petró, aos 90 anos. Dom Augusto sofria do mal de Alzheimer e estava internado, desde abril de 2007, no hospital das irmãs de Santa Catarina, em Ivoti (RS).
De acordo com a secretária da diocese, Leonir Salvador, o velório acontecerá durante toda a noite de hoje, na catedral de Santana, em Uruguaiana. Amanhã, às 10h, haverá a missa de corpo presente.
Dom Augusto era natural de Santo Antônio da Patrulha (RS). Foi ordenado presbítero em novembro de 1944 e bispo, em julho de 1958. Foi bispo de Vacaria (RS), de 1958 a 1964, e bispo de Uruguaiana, de 1964 a 1995.
Seu lema episcopal era “Faze e viverás”.


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sábado, 6 de setembro de 2008


Amanhã será instalada a 18ª Diocese do Rio Grande do Sul - Diocese de Montenegro.

Será empossado, também, seu primeiro bispo, Dom Paulo De Conto.


Rezemos para que esta nova diocese assuma como principal missão o discipulado.


Cumprimentos à nova diocese e seu Pastor.


Thiago

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Carta da terra: Novo reencantamento?

É de todos sabido que a sociedade mundial vive no olho de uma incomensurável crise de sentido e de falta de rumo histórico. Não sabemos para onde vamos. Os sonhos e as utopias morreram, o que tem deixado as sociedades e as pessoas sem fundamento. Somos entregues ao sistema econômico dominante que de tudo faz mercadoria, regendo-se por feroz competição e não por laços de cooperação.
Há dois pensadores que nos ajudam a entender esta crise, Max Weber e Friedrich Nietzsche. Weber caracteriza a sociedade moderna pelo processo de secularização e pelo desencantamento do mundo. Não que as religiões tenham desaparecido. Elas estão ai e até voltam com renovado fervor. Mas não são mais elo de coesão social. Agora predominam a produção e a função e menos o valor e o sentido. O mundo perdeu seu encanto. Nietzsche anunciou a morte de Deus. Mas há que se entender bem Nietszche. Ele não diz que Deus morreu, senão que nós o matamos. Quer dizer: Deus está socialmente morto. Em seu nome não se cria mais comunidade nem se funda coesão social.
Por milhares de anos era religião que ligava e re-ligava as pessoas e criava o laço social. Agora não é mais. Isso não significa que agora impera o ateismo. O oposto à religião não é o ateismo mas a ruptura e a quebra da relação. Hoje vivemos coletivamente rompidos por dentro e desamparados. Praticamente nada nos convida a viver juntos e a construir um sonho comum. Entretanto, a humanidade precisa de algo que lhe confira um sentido de viver e que lhe forneça uma imagem corente de si mesma e uma esperança para o futuro.
É neste contexto que deve ser vista a Carta da Terra, documento nascido das bases da humanidade. Já foi assumida pela Unesco no ano 2000 e a idéia é que seja incorporada pela ONU à Carta dos Direitos Humanos. A Carta da Terra reúne um conjunto de visões, valores e princípios que podem reencantar a sociedade mundial. Coloca em seu centro a comunidade de vida à qual pertencem a Terra e a Humanidade que são momentos do universo em evolução. Todos os problemas são vistos interdependentes, os ambientais, os sociais, os econômicos, os culturais e os espirituais, obrigando-nos a forjar soluções includentes.
O desafio que a situação atual do mundo nos impõe é este segundo a Carta: ou formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros ou então arriscar a nossa destruição e a devastação da diversidade da vida.
Dois princípios visam viabilizar esta aliança: a sustentabilidade e o cuidado. A sustentabilidade se alcança quando usamos com respeito e racionalidade os recursos naturais pensando também nas futuras gerações. E o cuidado é um comportamento benevolente, respeitoso e não agressivo para com a natureza, que permite regenerar o devastado e zelar por aquilo que ainda resta da natureza, da qual somos parte e com um destino comum.
Estes dois princípios fundam como diz a Carta da Terra um modo de vida sustentável . Eles permitem um desenvolvimento que atenda as necessidades de todos os seres vivos e ao mesmo tempo garanta a integridade e a capacidade de regeneração da natureza.
Devemos viver um sentido de responsabilidade universal. O futuro da Terra e da Humanidade está agora em nossas mãos.
LBoff- Dezembro de 2005

Recebido por e-mail em 05/09/2008

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Grande Festa do MOBREC

Amigos e Amigas

Dia 30 de agosto o Movimento Brasileiro de Educadores Cristãos - MOBREC, estará celebrando seus 30 anos de criação.

Unamo-nos nas orações

Thiago

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Morre dom Afonso Gregory, bispo emérito de Imperatriz

O bispo emérito de Imperatriz (MA), dom Affonso Felippe Gregory, faleceu às 20:30h desta quarta-feira, 6, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), onde estava internado em estado grave desde a sexta-feira da semana passada. Há quase dois anos, dom Affonso sofria de leucemia.
Segundo o bispo auxiliar de Porto Alegre, dom Remídio José Bohn, amanhã o corpo de dom Affonso será levado para Estrela (RS), sua terra natal, onde será velado junto aos parentes e conhecidos. Na sexta-feira, às 9h, haverá missa de despedida, e seu corpo será translado para Imperatriz, onde será sepultado, conforme seu desejo.
Nascido em Estrela (RS), dom Affonso Gregory completou, em fevereiro, 52 anos de sacerdócio. Licenciado em teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e em Sociologia, em Lovaina, na Bélgica, foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em 1979. Recebeu a ordenação episcopal em 12 de janeiro daquele ano e ficou no Rio até 1987. Neste período, foi presidente do Regional Leste 1 da CNBB (Estado do Rio de Janeiro); presidente da Cáritas Brasileira, responsável pelo Setor da Pastoral Social da CNBB e presidente do CERIS.
Em 1987, foi nomeado bispo de Imperatriz (MA), onde ficou até tornar-se emérito em agosto de 2005. Neste tempo, foi presidente da Cáritas Internacional; membro da Comissão Episcopal Pastoral da CNBB e presidente do Nordeste 5 da CNBB (Estado do Maranhão). Seu lema episcopal era “A verdade vos libertará” (Jo 8, 32).

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Tributo a um imprescindível: Dom Paulo Evaristo Arns

Adital -
"Há homens que lutam um dia, e são bons;há outros que lutam um ano, e são melhores;há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons.Porém há os que lutam toda a vida.Esses são os imprescindíveis. "(Bertolt Brecht, "Os Que Lutam")
A grande imprensa só destaca os personagens quando eles estão realizando coisas, completando décadas disso e daquilo ou morrendo. Vai daí que um homem como D. Paulo Evaristo Arns está há 10 anos longe dos holofotes e é quase desconhecido das novas gerações.
Pior: alguns jovens formam seu conceito sobre ele a partir do que lêem nos textos repulsivos da propaganda neo-integralista, apontando-o como principal inspirador da política de direitos humanos "que só protege os bandidos"...
Então, em vez de esperar que surja o que os jornalistas chamamos de gancho, uma justificativa qualquer para falar de D. Paulo, vou fazê-lo unicamente porque se trata de um daqueles imprescindíveis a que se referiu Brecht. Neste Brasil da ganância e da competição que o capitalismo globalizado está engendrando, é fundamental evocarmos exemplos como este, até como antídoto.
Cardeal e arcebispo emérito de São Paulo, D. Paulo está com 87 anos, é um homem combalido e tem problemas de audição - decorrentes, esclarece, de ferimentos sofridos quando de uma tentativa de seqüestro num país latino-americano (pretendiam obter, em troca, a liberdade de um chefão do narcotráfico) .
A entrevista que fiz há algum tempo com D. Paulo permanece atual, daí eu estar reproduzindo aqui seus principais trechos Não quis privar os leitores da oportunidade de conhecer-lhe a história a partir de suas próprias palavras, que tive o privilégio de escutar numa ensolarada tarde de dia útil, no convento franciscano que fica ao lado da tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
No final, apesar de sua dificuldade de locomoção, fez questão de percorrer comigo o longo caminho até o corredor. E se despediu com uma frase marcante: "Precisamos contar essas histórias [do que aconteceu neste país durante a ditadura militar] às novas gerações. É importante que elas saibam de tudo isso!"
A missão do educador - Muitos programas pioneiros, na linha da inserção social, foram introduzidos na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) entre novembro/1970 e maio/1998, período em que, como arcebispo metropolitano de São Paulo, D. Paulo foi Grão Chanceler da instituição.
Logo que se tornou o principal responsável pelos rumos dessa universidade, D. Paulo fez primeira visita ao Conselho da PUC. E disse: "Não quero uma escola de 2º grau melhorada. O que me interessa é que vocês façam uma pós que dê bons professores para todos os lugares do Brasil; e que todas as teses e tudo o que vocês discutirem além da escola se refira ao povo e ajude o povo. Que isso seja a norma daqui para a frente".
Os resultados não tardaram, diz D. Paulo. "A Arquidiocese se organizou em pastorais diferentes - p. ex., a Operária, a da Terra, a do Trabalhador -, então eu consegui que a Faculdade de Direito se interessasse em ir, durante a semana ou no sábado, à periferia e ver como se poderia ajudar essa população e quais os problemas reais da periferia. A mesma coisa aconteceu com a assistência social, que, aliás, está trabalhando nessa linha até hoje, com métodos sempre novos e recebendo apoio da Europa e de outros lugares, com uma eficiência muito grande."
Hoje, essas iniciativas pioneiras da PUC/SP encontraram muitos seguidores e há um sem-número de empresas e instituições esforçando-se para dar uma contribuição positiva à sociedade.
Ofícios para vítimas da ditadura - "Os estudantes da USP me procuraram em 1973 quando um colega [Alexandre Vannucchi Leme] foi assassinado pelos órgãos de segurança. Os estudantes se reuniram, uns 10 mil, e mandarem representantes à minha casa, à noite, para que eu fosse lá falar aos alunos. Eu disse que era melhor reunir os estudantes, mas não dava para fazer no campus da universidade, porque ele estava cercado por policiais e oficiais do Exército."
"Então, decidi fazer na catedral. Eu disse: 'Na catedral, nós falamos o que queremos, e nós falaremos aos estudantes. Encham a catedral de estudantes e de povo, que nós diremos a verdade'. E foi o que eles fizeram. Às 15h, eu fui lá, fiz aquele ato solene em favor do estudante e celebrei a missa para o falecido. Fiz o sermão sobre o 'não matarás!', o mandamento central dos 10 mandamentos. Foi sobre isso que eu falei para eles, e eles participaram, vivamente, da missa e de toda manifestação religiosa posterior."
"Depois, em 75, foi a vez do Herzog; em 76, a do Manuel Fiel Filho; e em 79, a do Santo Dias, quando recebemos de 150 mil a 200 mil pessoas, que andaram desde a igreja de Nossa Sra. da Consolação. A multidão foi engrossando. Ao chegar na Catedral da Sé, não cabia nem na igreja nem na praça, então nós fizemos uma cerimônia mais curta, mas muito mais participada por todos os operários."
Missa de 7º dia de Vladimir Herzog - Foi celebrada na Catedral da Sé, simultaneamente, por religiosos de três confissões: a católica (D. Paulo), a judaica (rabino Henry Sobel) e a protestante (reverendo James Wright).
"Quando o Herzog foi assassinado - lembra D. Paulo -, em 1975, os jornalistas me pediram que houvesse um ato ecumênico na catedral. Os judeus fazendo o ato deles em hebraico, portanto, não na língua que compreendêssemos. Foi impressionante e muito bonito."
[Modesto, D. Paulo evitou comentar que sua decisão foi um ato de enorme coragem. Primeiramente, porque a alta hierarquia católica não viu com simpatia sua iniciativa de oficiar missa ao lado de um rabino e de um reverendo. Depois, por ser um desafio frontal à ditadura militar, que o presidente Geisel engoliu, pedindo apenas a D. Paulo que segurasse seus radicais, "enquanto eu seguro os meus". Finalmente, por ter, em nome de ideal de justiça e solidariedade cristãs, corrido o risco da ocorrência de tumultos e mortes que teriam um peso devastador em sua consciência de religioso. Graças a ele, foi viabilizado o ato que acabou se tornando um divisor de águas: a partir dessa vitória sobre a intimidação, a ditadura começou sua lenta, mas irreversível, marcha para o fim.]
Invasão da PUC em 1977 - "Eu estava em Roma quando o Erasmo Dias, então secretário da Segurança do estado de São Paulo, invadiu a PUC sem dizer ou ter motivo nenhum. Os estudantes estavam em exame e os policiais destruíram mais de 2 mil cópias de documentos, estragaram o refeitório, danificaram os instrumentos musicais e até derrubaram um professor no chão.
"Eu fui chamado às pressas de Roma e, na manhã seguinte, já dei uma declaração ao desembarcar no aeroporto, dizendo que 'na PUC só se entra prestando exame vestibular, e só se entra na PUC para ajudar o povo e não para destruir as coisas'. Depois, nós fizemos toda uma reação contra eles e toda uma manifestação junto aos estudantes."
Eleição direta para reitor da PUC - "No início dos anos 80, nós queríamos nos opor ao regime totalitário que estava vigorando no Brasil e provar que funcionários, professores e alunos são igualmente capazes de escolher o diretor, o reitor ou o presidente da instituição."
"Antes eu reunia o conselho de cada classe, para ter uma certa democracia entre os professores, e pedia que me indicassem o nome. Achei que era pouca democracia. Então, pedi à reitora e aos três vice para haver uma escolha entre todos os alunos, que eu aceitaria o resultado e mandaria para a aprovação de Roma."
"E Roma aprovou imediatamente. Então, foi a primeira eleição dentro de uma universidade pontifícia católica e, também, foi a primeira vez que se escolheu um reitor entre todos os funcionários, alunos e professores. "
Contratação de professores perseguidos - "O minstro da Justiça ordenou a expulsão de vários professores da Universidade de São Paulo. Então a reitora da PUC me telefonou perguntando se podia admiti-los entre nós. Eu disse: 'Não só pode como deve, porque são excelentes professores e patriotas'."
"O Florestan Fernandes até escreveu um artigo me agradecendo. Ele ficou satisfeito porque pôde dirigir os estudantes da pós-graduação na PUC da maneira mais livre possível."
"Quanto ao Paulo Freire, eu fui a Genebra para convencê-lo a voltar ao Brasil, depois de 10 anos de exílio. Garanti que eu iria cuidar da chegada dele aqui. E mandei toda a nossa Comissão de Justiça e Paz, que eram mais de 40 pessoas, junto com amigos, para recebê-lo em Campinas."
"De fato a polícia o prendeu, mas, depois de duas horas de interrogatório, eles viram que todos estavam contra eles e soltaram o Paulo Freire, que ficou conosco, com uma grande amizade comigo, até o momento da sua partida."
Convicções e esperanças - Sobre o Governo Lula, antes mesmo da crise do mensalão, D. Paulo já mostrava uma ponta de apreensão, ao se dizer esperançoso de que "o Brasil não perca esta ocasião e não afunde o barco em vez de conduzi-lo a uma margem da terra onde haja outra terra e outro céu, como diria a Sagrada Escritura; onde haja outra possibilidade de sonhar e outra possibilidade de viver com dignidade, mas para todas as pessoas e não só para uma parte".
E, inquirido sobre o menor engajamento atual da Igreja às causas sociais, ele finalizou com uma mensagem de esperança: "A Igreja é o povo. Se o povo se mobiliza bem, a Igreja também se mobiliza. Então, é preciso unir esses dois conceitos, o povo de Deus e o povo, simplesmente. Nós precisamos caminhar para a fraternidade, para uma possibilidade de todos serem respeitados como filhos de Deus e irmãos uns dos outros".
Não há como retratar a grandeza de um D. Paulo Evaristo Arns numa única entrevista. Faltou dizer, p. ex., que ele criou a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo e foi o grande artífice do projeto Brasil: Nunca Mais (livro-levantamento dos casos de violações de direitos humanos durante o regime militar), integrando também o movimento Tortura Nunca Mais, dele decorrente.
O principal, no entanto, é que suas gestões junto às autoridades salvaram a vida e evitaram a tortura de resistentes, no pior momento da ditadura.
Fiel ao espírito da igreja das catacumbas, foi o pastor que tudo fez para que seu rebanho sobrevivesse a um tempo de lobos. Um imprescindível.

Celso Lungaretti

Recebi por e-mail, de Vanessa Farenzena, em 16/07/2008 (Festa de N.Sra do Carmo)

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Faleceu dom José Carlos de Lima Vaz


Faleceu ontem, dia 9, o bispo emérito de Petrópolis (RJ), dom José Carlos de Lima Vaz, que encontrava-se internado desde o dia 26 de junho, em estado grave no Hospital Samuel Libânio, em Pouso Alegre (MG). Segundo o capelão do hospital, padre José Catarino, dom José Carlos sofria de aplasia medular e estava em coma, com infecção generalizada.
O velório de dom Vaz acontece na casa dos Jesuítas, em Santa Rita do Sapucaí (MG). As exéquias, seguida de sepultamento, terão início às 15h.
Dom Vaz, que completaria em agosto oitenta anos, era natural de Ouro Preto (MG). Ordenou-se presbítero em 15 de julho de 1957, em Comillas, Espanha. Foi ordenado bispo em março de 1987, no Rio de Janeiro (RJ).
Durante o seu episcopado atuou como bispo auxiliar do Rio de Janeiro, de 1987 a 1995; coordenador da Pastoral Social, Catequese, Movimentos e Associações Religiosas; vice-assistente nacional das congregações marianas do Brasil; e bispo de Petrópolis, de 1995 a 2004.
Publicou diversos livros como: Configuração eletrônica do Átomo, Física dos semi-condutores; A Universidade Católica do Brasil; O Apostolado da Oração; Crônica da Igreja e do Mundo; A Igreja e o Mundo; As congregações Marianas do Brasil.
Seu lema era: Ele, Cristo é nossa paz.